Instituto Cultiva

MapATIVO Comunidade Educadora
AS COMUNIDADES EDUCADORAS E O FORTALECIMENTO DO MAPA SOCIOEDUCACIONAL
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Sobre o projeto

Em Belo Horizonte, a necessidade de fortalecimento das comunidades ganhou um desafio ainda maior em 2020 dado o contexto de fragilidade social ocasionada pela pandemia do Covid-19. Este contexto, tem desenhado grandes desafios também no âmbito da educação pública, especialmente, em razão dos impactos no processo de ensino e aprendizagem, atingindo, principalmente, aos estudantes com maiores índices de vulnerabilidade social.

Diante deste cenário, construir estratégias que aprimorarem a utilização do ensino remoto emergencial se tornou essencial, bem como o diálogo entre família e escola para promoção da aprendizagem diante desse contexto. A ponte para este diálogo nasce da escuta da família e dos profissionais da educação, propondo ferramentas necessárias à elaboração de um plano estratégico pedagógico que atenda, principalmente, aos estudantes que possuam certas restrições de contatos, objetivando democratização de acesso à educação e a minimização das desigualdades desse processo.

Neste sentido, a criação de estratégias pedagógicas que visem a propiciar, por meio do ensino remoto, situações de aprendizagem e seu devido acompanhamento precisa ter como alicerce a compreensão das múltiplas realidades dos estudantes da Rede Municipal de Educação e, assim, identificar as especificidades de cada comunidade escolar.

É neste contexto desafiador que se desenha o Programa Contínuo de Atenção Individualizada/Comunidades Educadoras de Belo Horizonte, tendo como foco o desenvolvimento de processo de busca ativa aos estudantes e suas famílias, o aperfeiçoamento do mapa socioeducacional, a formação dos docentes da Rede Municipal de Educação para aprimoramento das estratégias de ensino remoto e criação de novas perspectivas de diálogos entre a família e a escola. A construção das Comunidades Educadoras de Belo Horizonte tem como princípio fundamental e estruturante o fortalecimento de vínculo entre os sujeitos, com foco nas virtudes comunitárias como a solidariedade e o cuidado. Essas características são fundamentos da democratização como fazer contínuo e coletivo que exige uma construção em rede e possibilita novas formas de garantir o acesso aos direitos fundamentais como a educação.

Portanto, a criação e o fortalecimento das redes de proteção são uma constante reinvenção dentro da democracia. E, são elas que transformam boas práticas das comunidades em ação conjunta ao Estado e à escola capazes de esticar o tecido das dificuldades territoriais e viabilizar por meio do trabalho intersetorial a garantia de acesso e atendimento às famílias e estudantes para mitigação e, preferencialmente, eliminação de obstáculos que impendem os avanços de aprendizagem. Criam, portanto, uma nova cultura democrática firmada na participação, na intervenção, na construção coletiva e na elaboração de novas políticas. Esse é um passo fundamental na intensificação de organismos cada vez mais democráticos e por isso, em comunidades que podem ao longo da história construir uma vida ao seu entorno.

Busca Ativa

O processo de busca envolverá famílias de estudantes que apresentarem:

• Problemas ou queda no desempenho escolar
• Ausência de comunicação com a família
• O(a) estudante não acessa as atividades remotas (digitais/virtuais ou impressas)
• Suspeita ou confirmação de situação de violência
• Ausência de um adulto no acompanhamento das atividades
• Ausência de suporte tecnológico

Objetivos

-Fortalecimento dos laços de interação entre família e a escola, especialmente, com os estudantes que apresentam dificuldades de interação no contexto do ensino remoto e maiores condições de vulnerabilidade social

– Escuta às escolas e aperfeiçoamento do mapa socioeducacional

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